O Cânon da Bíblia.

O Cânon da Bíblia.

A palavra “cânon” vem do termo grego “kanon” que significa “cana’, ou seja” uma vara reta “ou” um padrão de medida “. Daí deriva o significado secundário que se refere a uma regra ou padrão de conduta uma forma de lei. O sentido metafórico da palavra cânon é empregado para significar” aquilo que é conforme a regra ou medida “. Mais tarde passou a significar lista ou catalogo.

Logo veio a ser utilizada significando um padrão de opinião e de conduta, sendo finalmente aplicada aos livros da Bíblia. Assim sendo, o cânon da Bíblia consiste naqueles livros considerados com méritos incluídos nas Sagradas Escrituras. Livros que foram medidos foram declarados satisfatórios e aprovados pelos Pais da Igreja como tendo sido inspirados por Deus.

Por que foi formado e quando foi formado o Cânon da Bíblia?

O cânon da Bíblia começou a ser formado durante as primeiras décadas da nossa era, especialmente após a queda de Jerusalém em 70 d.C., quando os judeus calcularam suas posses espirituais em particular sobre o que haviam recebido como “livros santos”. Não é de se surpreender que após longa reflexão alguns deles tenham feito objeções contra alguns desses livros, como por exemplo, Eclesiastes, Cantares e Estér.

Embora isto tenha acontecido, mesmo assim foi muito bom, pois o cânon foi definido de forma mais séria e aplicado com cuidado e rigor sobre os Escritos Sagrados.

Existem três principais razões para o cânon da Bíblia ter sido definido. Primeiro, para conservar os escritos inspirados contra a corrupção. Em segundo lugar para evitar a edição de outros livros, pois já haviam aparecido muitos outros livros que se diziam inspirados. A terceira razão para a formação do cânon da Bíblia foi para prevenir qualquer tentativa de destruírem a Bíblia.

O Cânon protestante do Antigo Testamento.

O cânon protestante do Antigo Testamento (composto pelos trinta e nove livros relacionados a baixo) é exatamente igual ao cânon hebraico massorético, que seria formado pelos seguintes livros:

Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio, Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias, Estér, Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oséias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias, Malaquias.

O cânon massorético é a Bíblia hebraica em sua forma definitiva, vocalizada e acentuada pelos massoretas. A ordem dos livros, entretanto, segue a da Vulgata e da Septuaginta.

Algumas explicações sobre os Massoretas.

Os massoretas eram judeus estudiosos que se dedicavam à tarefa de guardar a tradição oral (massora) da vocalização e acentuação correta do texto. À medida que um sistema de vocalização foi sendo desenvolvido, entre 500 e 950 AD, o texto consonantal que receberam dos soferim foi sendo por eles cuidadosamente vocalizado e acentuado.

Além dos pontos vocálicos e dos acentos, os massoretas acrescentavam também ao texto as massoras marginais, maiores e finais, calculadas pelos soferim. Essas massoras (tradições) eram esta­tísticas colocadas ao lado das linhas, ao fim das páginas e ao final dos livros, indicando quantas vezes uma determinada palavra aparecia no livro, o número de versículos, palavras e letras. Elas indicavam até a palavra e letra central do livro.

O Cânon Massorético

Embora o conteúdo do cânon protestante seja o mesmo do cânon hebraico, a divisão e a ordem dos livros são diferentes. Eis a divisão e ordem do cânon hebraico:

O Pentateuco (Torá): Gênesis, Êxodo, Levítico, Números, Deuteronômio. Os Profetas (Neviim): Anteriores: Josué, Juízes, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis. Posteriores: Isaías, Jeremias, Ezequiel e Profetas Menores. Os Escritos (Kêtuvim): Poesia e Sabedoria: Salmos, Provérbios e Jó. Rolos ou Megilloth (lidos no ano litúrgico): Cantares (na páscoa), Rute (no pentecostes), Lamentações (no quinto mês), Eclesiastes (na festa dos tabernáculos) e estér (na festa de purim).

Históricos : Daniel, Esdras, Neemias e 1 e 2 Crônicas. O Cânon Consonantal A divisão e ordem dos livros no cânon hebraico consonantal (anterior) era a mesma. O número de livros, entretanto, era diferente. O conteúdo era o mesmo, mas agrupado de modo a formar apenas vinte e quatro livros. Os livros de 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis e 1 e 2 Crônicas eram unidos, formando apenas um livro cada (o que implica em três livros a menos em relação ao nosso cânon). Os doze profetas menores eram agrupados em um só livro (menos onze livros). Esdras e Neemias formavam um só livro, o Livro de Esdras (menos um livro).

Testemunhas Antigas do Cânon Protestante Hebraico

A referência mais antiga ao cânon hebraico é do historiador judeu Josefo (37-95 AC). Em Contra Apionem ele escreve:

“Não temos dezenas de milhares de livros, em desarmonia e conflitos, mas só vinte e dois, contendo o registro de toda a história, os quais, conforme se crê, com justiça, são divinos”.

Depois de referir-se aos cinco livros de Moisés, aos treze livros dos profetas, e aos demais escritos (os quais “incluem hinos a Deus e conselhos pelos quais os homens podem pautar suas vidas”), ele continua afirmando: Desde Artaxerxes (sucessor de Xerxes) até nossos dias, tudo tem sido registrado, mas não tem sido considerado digno de tanto crédito quanto aquilo que precedeu a esta época, visto que a sucessão dos profetas cessou. Mas a fé que depositamos em nossos próprios escritos é percebida através de nossa conduta; pois, apesar de ter-se passado tanto tempo, ninguém jamais ousou acrescentar coisa alguma a eles, nem tirar deles coisa alguma, nem alterar neles qualquer coisa que seja.

Josefo é suficientemente claro. Como historiador judeu, ele é fonte fidedigna. Eram apenas vinte e dois os livros do cânon hebraico agrupados nas três divisões do cânon massorético. E desde a época de Malaquias (Artaxerxes, 464-424) até a sua época nada se lhe havia sido acrescentado. Outros livros foram escritos, mas não eram considerados canônicos, com a autoridade divina dos vinte e dois livros mencionados.

Além de Josefo, Mileto, Bispo de Sardes, diz ter viajado para o Oriente, em 170, com o propósito de investigar a ordem e o número dos livros do Antigo Testamento; Orígenes, o erudito do Egito, que morreu em 254; Tertuliano (160-250), pai latino contemporâneo de Orígenes; e Jerônimo (340-420), entre outros, confirmam o cânon hebraico de vinte e dois ou vinte e quatro livros (dependendo do agrupamento ou não de Rute e Lamentações).

É interessante observar que o próprio Jerônimo, tradutor da Vulgata latina, que daria origem ao cânon católico, embora considerasse os livros apócrifos úteis para a edificação, não os tinha como canônicos. Embora tendo traduzido outros livros não canônicos, ele escreveu que “deveriam ser colocados entre os apócrifos”, afirmando que “não fazem parte do cânon”.Referindo-se ao livro de Sabedoria de Salomão e ao livro de Eclesiástico, ele diz:

“Da mesma maneira pela qual a igreja lê Judite e Tobias e Macabeus (no culto público), mas não os recebe entre as Escrituras canônicas, assim também sejam estes dois livros úteis para a edificação do povo, mas não para receber as doutrinas da igreja”.

Vale salientar ainda que a versão siríaca Peshita, que bem pode ter sido feita no século II ou III, ou até mesmo no século I,[8] nos manuscritos mais antigos, não contém nenhum dos apócrifos.

O Testemunho de Jesus e dos Apóstolos

Embora as evidências já mencionadas sejam importantes, a principal testemunha do cânon protestante do Antigo Testamento é o Novo Testamento. Jesus e os apóstolos não questionaram o cânon hebraico da época (época de Josefo convém lembrar). Eles citaram-no cerca de seiscentas vezes, de modo autoritativo, incluindo praticamente todos os livros do cânon hebraico. Entretanto, não citam nenhuma vez os livros apócrifos. Pode-se concluir, portanto, que Jesus e os apóstolos deram o imprimatur deles ao cânon hebraico e, conseqüen­temente, ao cânon protestante.

O Cânon Católico do Antigo Testamento.

O cânon católico, composto pelos trinta e nove livros encontrados no cânon protestante, acrescido das adições a Daniel e estér, e dos livros de Baruque, Carta de Jeremias, 1-2 Macabeus, Judite, Tobias, Eclesiástico e Sabedoria — 3 e 4 Esdras e a Oração de Manassés são acrescentadas depois do NT — origina-se da Vulgata latina, que por sua vez provém da Septuaginta. Livros da Lei: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio. Livros de História: Josué, Juízes, Rute, 1-2 Samuel, 1-2 Reis (chamados 1-2-3-4 reinados), 1-2 Crônicas, 1-2 Esdras (o primeiro apócrifo), Neemias, Tobias, Judite e estér. Livros de Poesia e Sabedoria: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares, Sabedoria de Salomão, Sabedoria de Siraque (ou Eclesiástico). Livros Proféticos: Profetas Menores; Profetas Maiores: Isaías, Jeremias, Baruque, Lamentações, Epístola de Jeremias, Ezequiel, e Daniel (incluindo as histórias de Susana, Bel e o Dragão e o cântico dos Três Varões).

Alguns desses livros foram escritos posteriormente, em grego, possivelmente por judeus alexandrinos, e foram incluídos na biblioteca judaica de Alexandria, tais como Primeiro e Segundo Esdras, adições a estér, Sabedoria, e a Epístola de Jeremias.

Nem sempre todos estes livros estão presentes nos manuscritos antigos da Septuaginta. O Códice Vaticano (B) omite Primeiro e Segundo Macabeus (canônicos para a Igreja Católica) e inclui Primeiro Esdras (não canônico para a Igreja Católica). O Códice Sináitico (À) omite Baruque (canônico para Roma), mas inclui o quarto livro dos Macabeus (não canônico para Roma). O Códice Alexandrino (A) inclui o Primeiro Livro de Esdras e o Terceiro e Quarto Livros dos Macabeus (apócrifos para Roma).

O que se pode concluir daí é que, quando a Septuaginta era copiada, alguns livros não canônicos para os judeus eram também copiados. Isso poderia ter ocorrido por ignorância quanto aos livros verdadeiramente canônicos.

Pessoas não afeiçoadas ao judaísmo ou mesmo desinteressadas em distinguir livros canônicos dos não canô­nicos tinham por igual valor todos os livros, fossem eles original­mente recebidos como sagrados pelos judeus ou não.

Mesmo aqueles que não tinham os demais livros judaicos como canônicos certamente também copiavam estes livros, não por considerá-los sagrados, mas apenas para serem lidos. Por que não copiar livros tão antigos e interessantes? Mesmo pessoas bem intencionadas podem ter sido levadas a rejeitar alguns dos livros canônicos, ou a aceitar como canônicos alguns que não o fossem, por ignorância ou má interpretação da história do cânon.

Convém lembrar que, embora o testemunho do Espírito Santo seja a principal regra de canonicidade por parte da igreja como um todo, mesmo assim, o crente ainda tem uma natureza pecami­nosa que não o livra totalmente de incidir em erro, inclusive quanto ao assunto da canonicidade. Isto acontece especialmente em épocas de tran­sição, como foi o caso de Agostinho que defendeu os livros apócri­fos, embora de modo dúbio, e depois o de Lutero, o qual colocou em dúvida a canonicidade da carta de Tiago.

Comentário sobre aVulgata

Como já foi mencionado, ao traduzir a Vulgata, Jerônimo também incluiu alguns livros apócrifos. Não o fez, contudo, por considerá-los canônicos, mas apenas por considerá-los úteis, como fontes de informação sobre a história do povo judeu. Na Idade Média a versão francamente usada pela igreja foi a Vulgata latina. A partir dela e da Septuaginta também foram feitas outras traduções. Ora, multiplicando-se o erro, e afastando-se cada vez mais a igreja da verdade (como aconteceu crescentemente nesse período), tornou-se mais e mais difícil distinguir entre os livros que deveriam ser considerados canônicos ou não.

Esses livros nunca foram completa­mente aceitos, mesmo nessa época. Mas, por estarem incluídos nessas versões, a igreja em época de trevas, geralmente falando, não teve discernimento espiritual para distinguir entre livros apócrifos e canônicos.

Por fim, no Concílio de Trento, em 1546, também em reação contra os protestantes, que reconheceram apenas o cânon hebraico, a igreja de Roma declarou canônicos os livros apócrifos relacionados acima, bem como autoritativas as tradições orais: “O Sínodo... recebe e venera todos os livros, tanto do Antigo como do Novo Testamento... assim como as tradições orais”.A seguir são relacionados todos os livros considerados canônicos, incluindo os apócrifos. Concluindo, o decreto adverte:

Se qualquer pessoa não aceitar como sagrado e canônico os livros mencionados em todas as suas partes, do modo como eles têm sido lidos nas igrejas católicas, e como se encontram na antiga Vulgata latina, e deliberadamente rejeitar as tradições antes mencionadas, seja anátema.[11]

A igreja grega seguiu mais ou menos os passos da igreja ocidental. Houve sempre dúvida na aceitação dos apócrifos, mas, no Concílio de Trulano, em 692, foram todos aceitos (quatorze). Ainda assim, como sempre houve reservas quanto à plena aceitação de muitos deles, a igreja grega, em 1672, acabou reduzindo para quatro o número dos apócrifos aceitos: Sabedoria, Eclesiástico, Tobias e Judite. Por ironia da História, a Vulgata de Jerônimo, o qual não considerava canônicos os livros apócrifos, veio a ser a principal responsável pela inclusão destes mesmos livros no cânon católico.

A obra dos reformadores foi maior do que se pode pensar à primeira vista. Eles não apenas redescobriram as doutrinas básicas do evangelho, como a doutrina da salvação pela graça mediante a fé. Eles redescobriram também o cânon.

Graças a eles e ao testemunho do Espírito Santo, a igreja protestante reconhece como canônicos, com relação ao Antigo Testamento (é claro), os mesmos livros que Jesus e os apóstolos, e os judeus de um modo geral sempre reconheceram. Alguns dos apócrifos são realmente úteis como fontes de informação a respeito de uma época importante da história do povo de Deus: o período inter-testamentário. Os protestantes reconhecem o valor histórico deles. Seguindo a prática dos primeiros cristãos, as edições modernas protestantes da Septuaginta normalmente incluem os apócrifos, e até algumas Bíblias protestantes antigas os incluíam, no final, apenas como livros históricos. Mas as igrejas reformadas excluíram totalmente os apócrifos das suas edições da Bíblia, e, “induziram a Sociedade Bíblica Britânica e Estrangeira, sob pressão do puritanismo escocês, a declarar que não editaria Bíblias que tivessem os apócrifos, e de não colaborar com outras sociedades que incluíssem esses livros em suas edições”. Melhor assim, tendo em vista o que aconteceu com a Vulgata! Melhor editá-los separadamente.



12 comentários:

  1. INFELIZMENTE QUEM DEFINIU QUE LIVROS SERIAM CANÔNICOS OU NÃO FOI A IGREJA CATÓLICA, DISSO NÃO PODEMOS FUGIR.

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    1. INFELIZMENTE? E VC ACHA QUE SERIA CRISTÃO HOJE SEM A IGREJA CATÓLICA NA HISTÓRIA?

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    2. disso com certeza pq Deus escreve certo por linhas tortas, além disso creioq a igreja catolica fugiu do caminho de deus logo em seu inicio pois n havia motivos para falar q só pq uma pessoa queria ter conhecimento era herege sei sendo q deus deu esse conhecimento a nós para que fossemos igualitarios trabalhadores, dignos honesto, e cultos porém a idade das trevas na qual a igreja catolica fez a humanidade passar nos atrasou mentalmente em seculos, além de é claro a igreja cobrar ingresso para o reino do céu e vc acha msm que precisamos do catolicismos ?, acho que só precisamos que em deus e em seu filho e em tua palavra e seguir aquilo que nós foi imposto por Deus.respondendo a sua pergunta Todos seriam cristãos se todos levassem a sério desda daquela época independe de doutrina.

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  2. No fim de sua vida Jeronimo aceitou sim os 7 livros deuterocanonicos.

    A Igreja Ortodoxa usa os 7 livros que Lutero disse que eram falsos.

    São Clemente de Roma (90 DC)
    Santo Agostinho de Hipona,São basilio e João Crisostomo tambem aceitavam.Se querem usar agora a patristica que é amplamente favoravel a Igreja catolica usem de modo amplo senhores.


    Vcs dizem que toda verdade da fé esta na Biblia.Quando usamos os autores não cristãos pra atestar o registro historico(desde os primordios do cristianismo) de uma pratica cristã hoje presente na ICAR.Ai vcs usam o : Somente a Biblia.

    Então Josefo não pode ser usado como criterio pra dizer qual o canon biblico cristão.Ele so pode ser usado pra quem é judaizante.

    Na Biblia inteira não temos em nenhum livro a definição de quais deveraim ser os livros da Biblia então não venham negar que coube a ICAR definir o que era ou não é divinamente inspirado.

    ALEM DISTO,NÃO COUBE AO CONCILIO DE TRENTO NO SECULO XVI DEFINIR OFICIALMENTE O CANON CATOLICO.

    AS DUAS DATAS SÃO:

    382- CONCILIO DE ROMA PRESIDIDO PELO PAPA DAMASO I

    393- CONCILIO DE HIPONA NA AFRICA .

    Sequerem contestar os ensinos catolicos tenhAM PELO MENOS DECENCIA DE FALAR A VERDADE. Não tentem fazer o serviço que julgam ser cristão contanto mentiras.

    Até se tivesem ido à wikipedia saberiam disto.

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    1. Essa verdadeira guerra politico religiosa ,degladiada nas vertentes do conhecimento chega a ser quase uma explosão atomica do saber.
      Vemos então de um lado o lutador pesando toneladas de interesses mesquinhos ,treinado nas melhores academias de Roma usando tecnicas inicialmente de dividir para conquistar e na sequencia percebendo q o inimigo continua golpeando e pode acabar minando a resistencia do seu lutador o tecnico Constantino renomado estrategista prefere mudar toda sua tatica de luta e propoe uma coalisão partidario religiosa q defenderão com todo seu poder e influencia,para se manterem por seculos e seculos no topo do ranking mundial,ganhando assim muito ouro e propriedades ao redor do mundo.

      Quem deve estar exultante com o resultado dessa parceria deve ser o maior tecnico de todos os tempos ,q treinou 12 lutadores,um desitiu na hora da luta ,mas outro foi convocado de ultima hora no palitinho,e mais um que caiu do cavalo ficou com um problema na visão mas um dos auxiliares o reabilitou e ele compos o quadro de bravos lutadores q deram as suas vidas nessa verdadeira guerra .

      Todos eles foram condecorados com o maior premio de suas vidas.
      Pois combateram um bom combate e guardaram a sua FÉ.

      Enquanto nós estamos aqui entre datas e personagens,e a luta continua precisando de bravos lutadores q estejam dispostos a receber as instruçoes do maior e melhor tecnico do mundo...Jesus Cristo...


      Que Deus tenha misericordia de nossa inoperancia...

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  3. So citei as datas dos concilios porque quem escreveu este texto acima ESTA COMETENDO UMA FRAUDE HISTORICA.Desde o sec IV que em quase todos os concilios gerais ou regionais a ICAR decidiu-se pelo canon biblico de 73 livros.

    Ele quer reescrever a Historia "provando" que todos os autores e teologos cristãos se curvaram ao canon de Jamnia em 90 DC. Nem entre os judeus isto era um consenso,os judeus sde Alexandria rejeitaram este concilio rabinico e ate´hje,junto com os judeus etiopes usam os 7 deuterocanonicos.

    ele tambem quer nos induzir ao erro afirmando que somente no XVI e para combater as ideias da Reforma Portestante a ICAR adotou definitivamente o seu atual canon.

    Cito duas provas:
    a) as concilios de Hipona,Roma,Trullos,O Concilio de Florença todos antes do XVI
    b) veja a Biblia de Gutemberg o primeiro livro a ser impresso em 1453.Os exemplaress que sobrevivem até o presente momento são testemunhos de que é uma Biblia Catolica.

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  4. Outro adendo falar em duas Igrejas Catolicas diferentes em 692 DC é o mesmo que falar que nesta mesma data já tinhamos Brasil e Argentina como nações independentes com instituições copiadas da Europa.No sec VII, havia apenas uma Igreja Catolica para o Ocidente e o Oriente do Antigo imperio. Somente a partir de 1054 é que começou a separação ortodoxos e catolicos apostolicos.
    Basta ver que neste mesmo conclio de Trullos o papa enviou alguns bispos do Ocidente como seus representantes.

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  5. Não sei porque toda esta discussão sobre os Livros da Bíblia. Onde estão os originais escritos em papiro, em couro ou em pedras? Quantas mudanças ocorreram a cada tradução, desde o início até 1453, quando Gutemberg - inventor da imprensa - imprimiu a 1ª Bíblia nos cacateres atuais? E a cada nova edição, ao longo dos anos, quantas palavras foram modificadas para a retiradas dos "arcaísmos" e a colocação dos novos termos que foram surgindo? Acho que o mais importante é seguir a ordem de Jesus Cristo: " Amai-vos, uns aos outros, como Eu vos tenho amado!" Se olharmos as palavras bíblicas com amor, se buscarmos em 1º lugar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6,33), toda esta discussão será improcedente e anticristã.

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  6. Não sei porque toda esta discussão sobre os Livros da Bíblia. Onde estão os originais escritos em papiro, em couro ou em pedras? Quantas mudanças ocorreram a cada tradução, desde o início até 1453, quando Gutemberg - inventor da imprensa - imprimiu a 1ª Bíblia nos cacateres atuais? E a cada nova edição, ao longo dos anos, quantas palavras foram modificadas para a retiradas dos "arcaísmos" e a colocação dos novos termos que foram surgindo? Acho que o mais importante é seguir a ordem de Jesus Cristo: " Amai-vos, uns aos outros, como Eu vos tenho amado!" Se olharmos as palavras bíblicas com amor, se buscarmos em 1º lugar o Reino de Deus e a sua justiça (Mt 6,33), toda esta discussão será improcedente e anticristã.

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  7. Caro pesquisador cristão admiro suas postagens. São corajosas, têm embasamento histórico e bíblico. É pouco verossímil que algum estudioso bíblico ou da história do cristianismo discorde que os livros apócrifos não são realmente necessários a Bíblia Sagrada.

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  8. Caro Pesquisador cristão admiro suas postagens, são corajosas, têm fundamento bíblico e histórico. É pouco verossímil que algum estudioso da Bíblia ou da história do cristianismo considere os livros apócrifos realmente necessários à Bíblia Sagrada.

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  9. Esse debate fica sem sentido se não definido o que está sendo defendido. Se defendemos o saber, o conhecer, entendemos que não se deve excluir livros que trazem esclarecimentos importantes na construção de uma consciência cristã e de uma fé bem fundamentada. Se a defesa é de um grupo religioso, entendemos que as citações serão parciais buscando a defesa do interesse egoísta.
    A Bíblia traduzida pelos setenta eruditos judeus que recebeu o nome de septuaginta, trazia os livros apócrifos que são livros importantes para conhecermos o modo como se deve viver um relacionamento com o Deus criador combatendo o paganismo que na época era muito mais influente. Era uma tradução grega em combate a mitologia e a filosofia grega que trazia um saber humano politeísta e ante-semita. Jerônimo foi feliz na tradução latina chamada vulgata e pena que os protestantes do século XVI não adotaram em sua tradução os apócrifos, pois seriam úteis no combate ao paganismo romano infiltrado na Igreja Cristã do seculo IV com a estratégia política de Constantino que vendo o império em decadência, precisava de aliados para se sustentar. Dessa forma, os romanos aderiam ao cristianismo não por uma consciência cristã, e sim pela vaidade de pertencer a nova religião do imperador. Se convertiam ao ''cristianismo'' do imperador e não ao Cristianismo dos Apóstolos. Os Bispos que rejeitaram a posição ecumênica do imperador foram substituídos por aqueles escolhidos pelo imperador e seus aliados na estratégia de refazer o império romano, criando uma igreja universal(católica)
    Entendamos que não é uma instituição que nos torna Cristãos e sim uma fé que é produzida pela informação que temos a respeito daquele que foi enviado pelo Criador como Salvador e Cristo. A Igreja que Cristo fundou, não é reconhecida pelos Apóstolos ou pelo Novo Testamento como uma instituição humana, e sim pela Fé que desenvolve um caráter coerente com os ensinamentos de Jesus.
    Não devemos defender instituições humanas e sim o humano que cada um é, por quem Cristo morreu e ressuscitou!
    O Meu conselho é que estudemos as duas traduções e quantas surjam e coerentemente compartilhemos o conhecimento!!
    Deus abençoe!!

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