Os Dinossauros vivos hoje?

Os Dinossauros vivos hoje?

agosto 21, 2009
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dinossauros vivos hoje

 Animais extintos vivos?

Além de lendas e avistamentos existem estudos e achados na área científica que nos levam a pensar na possibilidade de algumas espécies de dinossauros estarem vivas ainda hoje. Muitas pessoas consideram esta ideia como sendo absurda, simplesmente pelo fato de já estarem acostumadas com as teorias antes apresentadas. Além disso, muitos questionam o fato de até agora ninguém ter encontrado um espécime vivo de um dinossauro. Mas se levarmos em consideração que muitas das florestas e pântanos que temos em nosso planeta ainda são totalmente inexploradas e mesmo a monitoração via satélite chegaria a custar mais de 20 milhões a hora, e que de centenas de milhares de áreas no mundo apenas 1% foi pesquisado Então entenderíamos que existem grandes possibilidades de estes animais serem encontrados vivos em um futuro não muito distante. O fato de estarem sendo documentados avistamentos e registros em varias culturas nos reforçam esta possibilidade.

Uma grande prova de que a ciência não é tão confiável em suas suposições e que existe uma imensa possibilidade de seres “pré-históricos” estarem vivos ainda hoje, pode ser observada em muitos animais que estão sendo encontrados e que os cientistas afirmavam estarem completamente extintos.

Exemplo disso é o Celacanto peixe que teria vivido segundo, a ciência cerca de 410 milhões de anos, e desapareceu no final do período Cretáceo, há 65 milhões de anos atrás, quando os dinossauros foram extintos. Presume-se que ele seja primo do Eusthenopteron, ancestral dos anfíbios, répteis e mamíferos. Uma teoria que gera muita controvérsia.

Mas surpreendentemente aquele de quem se afirmava com total certeza estar extinto, foi encontrado em East London, em 23 de dezembro de 1.938 vivo. A partir de então diversas outras espécies de Celacanto foram encontradas em vários lugares do mundo.

CELACANTO FÓSSIL VIVOO que é interessante mencionar a respeito do Celacanto é que ele foi apresentado pelos evolucionistas como sendo um elo entre criaturas da água e da terra. Esta teoria absurda como muitas outras, permaneceu como verdadeira durante 30 anos e apareceu em museus e livros escolares, servindo também de base para muitas outras teorias. Foram desenvolvidos estudos provando que este animal possuía pulmões primitivos e outras qualidades que o assemelhava aos animais terrestres. Quando o primeiro Celacanto vivo foi encontrado, percebeu-se que tudo não passava de enganos e mentiras e aquilo que tinha sido apresentado ao mundo como “fato” científico comprovado, não era verdade, 30 anos de estudos e publicações foram jogadas no lixo. Os evolucionistas contornaram o caso é claro!

celacanto elo perdido

Outro animal considerado extinto segundo a ciência é o Tubarão Cobra, mais para surpresa de muitos foi capturado vivo no Japão, derrubando por terra muitas teorias e suposições a seu respeito. Foto a baixo.

tubarão cobra dinossauro vivo

Dinossauros ainda vivos?

No entanto não é preciso procurarmos nos registros de animais extintos ou no registro fóssil para vermos um dinossauro vivo. Basta somente nos deslocarmos até a ilha de Komodo na Indonésia, e em algumas ilhas circunvizinhas. Nestes locais encontraremos o feroz lagarto gigante que nos lembra filmes como Juracic Park, o dragão-de-komodo.

Um dragão-de-Komodo pode medir até 3,00 m, pesar 120 kg e viver até 50 anos e muitos acreditam que ele seja um sobrevivente dos tempos pré-históricos. É a maior espécie de lagarto conhecida, robusto e com aparência de dinossauro. O dragão-de-komodo foi descoberto oficialmente pela ciência apenas em 1912. Encontra-se protegido por lei, devido à ameaça de extinção.

dinossauro dragão de komodoHoje este animal é conhecido em quase todo o mundo, mas o que disseram quando foi encontrado em 1912? Quão grande não foi a surpresa da mídia e da ciência quando esta espécie foi encontrada? Como um animal tão imenso e incrível permaneceu oculto aos olhos do mundo durante tanto tempo?

A resposta para seu anonimato está relacionada ao seu habitat. Seria mais fácil se ter encontrado este animal se ele vivesse em locais mais accessíveis e povoados.

Da mesma forma que o dragão-de-komodo não era conhecido devido as circunstâncias mencionadas, também outros animais podem ainda estarem ocultos aos olhos do mundo.

Iguana de Mona e as Tartarugas dos Galápagos. São mais dois seres da família dos dinossauros. O primeiro, na ilha do Caribe, e o segundo, na ilha dos Galápagos. A tartaruga dos Galápagos chega a pesar cerca de 300 Kg!

tatarugas galapagosEstranhas descobertas

Um dos fatores que nos levam também a crer na existência de dinossauros vivos ainda hoje, são as constantes descobertas de restos de animais incomuns e até mesmo avistamentos de monstros e animais muito semelhantes aos registros fósseis.

Em Abril de 1977 na costa da Nova Zelândia foi encontrada uma carcaça de um estranho animal preso nas redes do barco pesqueiro japonês Zuiyo-Maru. O estranho animal que não foi identificado pelos marinheiros pesava cerca de duas toneladas. Um biólogo presente no pesqueiro recolheu apenas uma amostra de uma das barbatanas e em seguida a carcaça foi devolvida ao mar.

plesiossauro encontrado

As características encontradas no animal apontam ser ele algum tipo de Plesiossauro, porem muitos afirmaram se tratar dos restos de um tubarão-baleia. Ao se analisar com mais calma a amostra em um laboratório, pôde-se comprovar não se tratar de um tipo de tubarão, pois as amostras apresentavam tecidos incomuns em tubarões, (tecido adiposo). Entendeu-se que se tratava realmente dos restos de um Plesiossauro. Esta descoberta teve uma boa repercussão no meio científico e o Japão chegou até a lançar um selo comemorativo trazendo a imagem de um plesiossauro prestigiando a descoberta.

plesiossauro

O Professor Yoshinori Imaizumi, diretor do centro de pesquisa da ciência animal do museu em Tóquio ao ser entrevistado por um jornal, afirmou: “Não é um peixe, baleia ou outro mamífero é um réptil … Tem uma grande semelhança com um plesiosauro . Essa é uma descoberta muito importante para os seres humanos. Afigura-se que estes animais não estejam extintos por completo. Tokio Shikama outro prestigiado investigador também acrescentou: “Deve ser um plesiosauro, estas criaturas continuam a assombrar o mar na Nova Zelândia.

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Embora ainda existam muitas divergências sobre esta descoberta e muitas das pesquisas permaneçam inconclusivas, muitos cientistas defendem a opinião de que esta carcaça seria realmente de um plesiossauro outros afirmam ser de um tubarão.

Mas esta não foi a única vez que restos de criaturas estranhas foram encontradas e documentadas pela mídia. Em 1925 na Baía de Monterey, Califórnia, Uma enorme cabeça de um animal desconhecido juntamente com seu pescoço já em decomposição foi encontrada na praia Natural Bridges State e media cerca de 51 cm. No mundo marinho só se assemelha ao Plesiossauro. Um jornal de respeito na época notificou a descoberta.

Em Março de1969 numa praia de Tecoluta no México, uma carcaça de 35 toneladas de um animal marinho não identificado foi encontrada. O corpo era parecido com o de uma serpente, coberto com uma rígida armadura articulada e um osso de 3 metros de cerca de 1 tonelada em sua cabeça. Os biólogos chegaram a pensar na possibilidade de ser um tipo de baleia, porém o osso da cabeça incomodava lhes o conhecimento científico.

A imprensa internacional informara que um monstro pré-histórico de algum tipo havia encalhado no México e o mundo esperava uma resposta científica. Uma comissão de 7 cientistas informou no dia 20 de abril de 1969 que o monstro de Tecoluta poderia ser uma baleia de Rorqual mas novamente, como os primeiros biólogos que tentaram identificá-lo, não conseguiram explicar o pesado osso de 3 metros na cabeça!

Outro caso do qual não se sabe exatamente se é verdadeiro mas que merece ser analisado é o famoso “monstro do Lago Ness”. Mesmo que muito espetáculo e mentiras tenham existido em torno deste assunto, muitos consideram a existência de um monstro nas águas do lago Ness uma grande possibilidade, dado o enorme número de relatos mencionando este monstro ou serpente.

O mostro do lago Ness já foi visto por cerca de 11000 pessoas na Escócia ao longo de 14 séculos, sendo mais procurado nos últimos 70 anos. A descrição feita deste animal por supostas testemunhas oculares é idêntica a aparência de um plesiossauro.

Existe uma intensa monitoração no lago até hoje, com a utilização de câmeras controladas por sonar instaladas numa embarcação devidamente preparada para pesquisas de profundidade. As câmeras registram inúmeras imagens sobre diversos ângulos do fundo do lago, ou pelo menos do que se pode alcançar do fundo do lago. Algumas fotos tiradas por Robert Rines um dos maiores pesquisadores do lago, em outubro de 1972 foram liberadas para a imprensa, como as fotos abaixo, publicadas na famosa Seleção do Reader’s Digest.

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As fotos tiradas por Robert Rines não são vistas como falsificação, diferente de algumas fotos tiradas décadas atrás por pessoas que buscavam somente a divulgação de sua imagem e não o desvendar de um grande mistério que envolve o lago Ness. Exemplo disso foi o jornalista Marmaduke Wetherell que em 1994 confessou ter fabricado varias fotos do monstro do lago Ness. Tais atitudes fizeram com que qualquer outra evidencia fosse desacreditada.

Em 16 de julho de 2003, o escocês aposentado Gerald McSorley de 67 anos, encontrou um fóssil de quatro vértebras com 29 cm de comprimento e muito bem conservadas (partes da espinha dorsal e marcas de veia) de um Plesiossauro adulto de cerca de dez metros de comprimento, quando passeava pela beira do Lago Ness, ao norte de Drumnadrochit, na Escócia. Isso prova que no passado o lago foi ambiente de Plesiossauros.

os_din10-300x224A aparição de monstros em lagos não é um relato observado apenas no lago Ness. O lago Champlain. Localizado entre os estados de Nova Iorque e Vermont, é bastante profundo e tem acesso para o mar através do canal de Saint Lawrence. Este lago também possui relatos de testemunhas que afirmam ter visto um monstro semelhante a um dinossauro em suas águas. As aparições da criatura são registradas desde a época dos índios Abenaqi sendo a primeira em julho de 1609, durante a expedição do explorador francês Samuel de Champlain quando notou “uma serpente de 6 metros, com uma cabeça semelhante a de um cavalo e um corpo tão grosso quanto um barril”. O monstro recebeu o nome de “Champ” referente ao lago. Desde então varias pessoas afirmam ter visto o monstro. Muitos dos relatos foram documentados no livro Champ-Beyond the Legend de Joseph Zarzynski, escrito em 1984. Zarzynski, O numero de testemunhas do monstro já passam de 300.

Sandra Mansi, residente em Connecticut juntamente com seu marido e filhos assistiram “Champ” durante 10 minutos em 1977 na área próxima da cidade de Saint Albans e calculou que a cabeça e o pescoço fora da água mediam juntos quase 2 metros. Eles conseguiram fotografar o monstro mas com medo de serem ridicularizados, não divulgaram a foto na época, sendo divulgada 4 anos mais tarde no jornal The New York Times.

A revista Discover Magazine em abril de 1998 (Volume 19 Número 4) afirmou em uma de sos_din11-300x185uas reportagens que 58 passageiros a bordo do barco Ethan Allan viram uma criatura de uns 10 metros e com 3 a 5 corcundas durante aproximadamente 5 minutos. Nadou junto ao barco a uma distância aproximadamente de 60 metros.

Um pequeno filhote de animal desconhecido foi encontrado e empalhado por Pete Peterson. O animal estava em uma das praias do grande lago Eire localizado na fronteira leste dos EUA com o Canadá. Ele se encontra atualmente em exposição no Museu de Evidências da Criação em Glen Rose, Texas. Podemos ver pela foto á cima que este animal não poderia ser outro senão um filhote de plesiossauro.

Evidências científicas

Recentemente vários enigmas tem surgido no registro fóssil que tem deixado muitos cientistas totalmente confusos e fortalecido cada vez mais a ideia de que os dinossauros não viveram em um passado remoto como se afirma no meio científico, mas estiveram presente em toda a historia humana e talvez ainda hoje, em alguns lugares isolados do mundo.

Estes enigmas tão controversos são os “fósseis frescos”, ou seja, fósseis que não aparentam ter milhões de anos, mas talvez alguns milhares de anos somente.

Como exemplo disso temos o fóssil de um hadrossauro (dinossauro bico de pato) seu fóssil tem a idade estimada pelos cientistas de aproximadamente 80 milhões de anos. Porem tem ainda tecidos moles com vasos sanguíneos, células e proteínas (colágeno e osteocalcina).

A descoberta tem impactado muitos cientistas que afirmam não existir possibilidade de este animal ter vivido em tempos mais atuais, mas, no entanto não conseguem apresentar respostas para algo tão preservado.

Dinosaurconservado Proteins

Esta não foi a primeira vez que fósseis bem conservados foram encontrados, a cada ano estas evidencias tem surgido, resultando no desenvolvimento de novas teorias..

Em setembro de 2007 foi anunciada a descoberta de um osso de T-REX contendo filamentos flexíveis e transparentes que seriam supostamente vasos sanguíneos e vestígios de células de sangue vermelho, outras se assemelhavam a osteócitos que são células que constroem e mantém o osso.

sangue de dinossauro

De inicio muitos não quiseram aceitar a descoberta, afirmando ser um tipo de contaminação por bactérias. Mas em abril de 2008 ficou definitivamente comprovado se tratar realmente de material orgânico preservado do T-REX.

t-rex preservado

Mediante a estes vestígios de sangue nervos e veias além de outros componentes orgânicos destes fósseis, seria possível que tais evidencias tenham sido preservadas durante milhões de anos? Teria o sangue sido preservado durante aproximadamente 80 milhões de anos? é preciso mais fé para crer nestas suposições do que nas narrativas bíblicas que nos mostram que os dinossauros são provavelmente mais recentes.

pegadas

A foto a cima é a reprodução de um fóssil de pegadas humanas numa rocha cambriana. Um trilobite amassado indicado pela seta pode ser observado numa das pegadas.

Segundo os evolucionistas, o homem não evoluiu até centenas de anos após a formação das rochas cambrianas e a extinção de trilobites, as quais, segundo os mesmos são do tempo dos dinossauros. (Prof. H.Andrews, Museu de W.J.Meister, Jr.)

Está pois provado, cientificamente, que os homens conviveram com os dinossauros. E a Bíblia atesta-o completamente (Job 40 e 41) Alguns afirmam que estas pegadas são de tempos atuais enquanto o trilobite da era dos dinossauros. Mas como explicar o fato do trilobite estar amassado pela pegada? Também sabemos que para a pegada ter ficado gravada na mesma rocha juntamente com o trilobite ambos teriam que terem sido gravados com intervalos de dias, pois do contrario a rocha já estaria endurecida não sendo mais possível deixar marcas

E quanto a extinção dos Dinossauros?

Se resolvermos acreditar nas narrativas bíblicas e situarmos os dinossauros nos tempos em que a Bíblia estava acontecendo, então poderíamos concluir que o que levou os Dinossauros a serem quase que completamente extintos, foram principalmente as mudanças de clima e de atmosfera, pois a atmosfera antes do dilúvio era bem diferente da que temos hoje em tempos pós-diluvianos. Outro fato que podemos notar nas lendas que podem estar se referindo a dinossauros é que todas as vezes que estes animais aparecem na historia estão sendo caçados e mortos, isso seria também uma possibilidade para ter causado uma extinção destes répteis.

A cada dia mais provas sobre a criação do mundo pelas mãos de um designer inteligente vem surgindo. Estas provas também incluem dinossauros, os quais pudemos ver nas matérias anteriores, que foram mencionados na Bíblia e ela os coloca lado-a-lado com o Homem.

Aceitar as evidencia bíblicas sobre este assunto é muito difícil para alguns que preferem acreditar nas teorias evolucionistas, que por sua vez não transmitem nada que ofereça segurança.

Mas o que estamos mostrando nesta serie de artigos é que não são somente evidencias bíblicas, mas também evidencias científicas. A própria ciência grita a plenos “pulmões” que a “Bíblia tinha razão.” Não existe sequer um argumento que venha a desmentir as narrativas bíblicas, ao contrario encontramos centenas de descobertas favoráveis tanto em fontes ligadas a fé como em culturas totalmente contrarias a ela.