As provas do Dilúvio - Parte 2

As provas do Dilúvio – Parte 2

maio 22, 2009
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diluvio global aconteceu

O Dilúvio cientificamente comprovado.

Introdução

Quando falamos em provas científicas sobre um Dilúvio global, é comum notarmos a surpresa de muitos sobre este assunto, pois parece incrível para algumas pessoas que tal fato esteja cientificamente documentado por evidências. Isto acontece devido não haverem comentários nos meios de comunicação, e até mesmo na Web que detém hoje quase 60% de toda a informação corrente no mundo.

De fato são raros os comentários sobre um Dilúvio. Mesmo os sites evangélicos, não se preocupam em elaborar conteúdos sobre este tema. Tal escassez de informações ocorre, acredita-se, devido a responsabilidade de se escrever sobre um tema tão polêmico, como já falamos no artigo anterior.

Existem, no entanto em grande quantidade, artigos em revistas e sites, que se propõe a atacar ferozmente este fato. Porém o que podemos notar é que estas criticas não se baseiam em provas, mas em suposições elaboradas por pessoas que não possuem nenhuma intimidade com a narrativa bíblica ou mesmo conhecimento científico sobre o assunto.

É importante então lembrar que para se levantar uma critica sobre um determinado acontecimento, teoria ou mesmo questões doutrinárias, não devemos nem ao menos levar em consideração opiniões que se baseiem em “eu acho” ou “eu acredito” ou “porque Deus isso, ou aquilo?”, tal como é comum nos artigos encontrados em revistas e internet. Podemos considerar digno de nota apenas artigos que ao menos ofereçam provas cientificas, históricas, ou discussões doutrinarias não filosóficas, pois a Bíblia não é filosofia, nem mesmo Teologia é filosofia. O que podemos notar na maioria dos casos é que muitos dos que levantam discussões contra a Bíblia não são teólogos e nem mesmo estudantes de teologia, mas na maioria das vezes nunca leram a Palavra de Deus, a não ser algumas porções, com o intuito de criticar

Mas o que podemos afirmar é que um Dilúvio global, tal como é descrito na Bíblia é perfeitamente provável, e não estamos sendo otimistas ou fanáticos a respeito disto. Além de ser um dos acontecimentos com provas históricas inúmeras, conforme provado no artigo anterior, é também um dos acontecimentos com maior quantidade de provas científicas já documentado.

A evidencias Científicas e Geológicas.

provas do dilúvio globalExistem ainda hoje muitas evidências geológicas de que um Dilúvio teria atingido e devastado toda a Terra. Estas evidências podem ser encontradas desde vales, á elevadas montanhas. Podemos apontar tais evidências em registros fósseis, em plantas e no solo de praticamente todo o mundo.

Um exemplo disso está no próprio Monte Ararate, palco de muitos acontecimentos bíblicos, onde podemos encontrar minas de cristais de sal, lava em almofada e amontoados de rochas sedimentares. Tais formações e características de solo só seriam possíveis de se formarem em baixo de muita quantidade de água.

Se levarmos em consideração que este Monte tem em torno de 5.200 metros de altura e tais formações são encontradas no seu cume e em toda a sua constituição. Logo só poderia ser coberto pelas águas de um dilúvio global.

Encontramos também, incontáveis evidências nas camadas de rochas de todo o planeta que apontam para um acontecimento catastrófico em grande escala, de forma rápida e extensa. Tais sinais de desordem e cataclismo só poderiam ser explicados por um grande dilúvio universal.

Outra prova também considerável, é o fato de grandes quantidades de vida marinha fossilizada ser encontrada em abundância em muitas das maiores e mais altas cordilheiras de montanhas da Terra, e na maioria das vezes a enormes distancias de qualquer vestígio de água. Conchas, crustáceos, peixes e outros espécimes são achados em enormes quantidades e em altitudes muito acima do nível do mar, gerando grades controvérsias no meio cientifico.

Como tal fato poderia ser explicado?

dilúvio comprovadoUma teoria aceita por muitos cientistas afirma que um pequeno dilúvio teria encoberto parcialmente estas montanhas, permitindo mariscos e outras formas de vidas marinhas a “rastejar” para longe e alto. No entanto, sob as melhores condições, mariscos se movem lento demais para alcançar tais altitudes, mesmo que o dilúvio durasse por milhares de anos.

Outra teoria afirma que o fundo de alguns oceanos teria afundado, deixando fundos de oceanos adjacentes (carregados de criaturas marinhas) relativamente altos – o que chamamos hoje de montanhas. Como isso teria acontecido? Ou sob que circunstâncias ocorreram o afundamento? A teoria afirma que “de formas desconhecidas”.

Ainda outros propuseram que os fundos dos oceanos subiram para se tornar montanhas. Os mecanismos para empurrar as montanhas para cima também não foram satisfatoriamente explicados. Como as elevações na Terra mudam lentamente, alguns imaginaram se o fundo dos oceanos poderiam se elevar milhas no ar, talvez através de milhões de anos. Porém, os topos das montanhas erodem relativamente rápido e assim os fósseis deveriam ser lentamente liberados por elas. Além do mais, os topos das montanhas acumulam poucos sedimentos que possam proteger tais fósseis. Algumas antigas autoridades, em frustração, disseram que os animais cresceram dentro de rochas – ou que rochas simplesmente se pareciam com mariscos, corais, peixes e amonitas. Alguns negaram a evidência mesmo existindo.

Já no caso de ter havido um Dilúvio global como está na Bíblia, seria muito simples explicar os meios pelos quais as montanhas foram elevadas em horas. O mecanismo é bastante simples, a energia e as forças geradas por tal acontecimento seriam mais que suficientes e seria capaz de produzir todos os indícios encontrados hoje nas cordilheiras de montanhas do mundo.

Algumas das características geológicas que sugerem um Dilúvio Universal

  1. Sedimentos marinhos sobre os continentes. No mundo, cerca da metade dos sedimentos sobre os continentes atuais veio do mar. Como é que tanto material marinho se depositou sobre os continentes? Era de se esperar que ficasse no oceano. A distribuição extensa de oceanos sobre os continentes é certamente uma situação que difere de hoje — e ela é coerente com a crença num dilúvio universal.
  2. Abundante atividade de água subterrânea nos continentes. Evidência disso é percebida em grandes “leques submarinhos” antigos e outros depósitos submarinhos, como as turvações encontradas nos continentes. Turvações são aglomerações de rochas, limo, areia e partículas de argila depositadas em camadas debaixo d’água. Estudos de turvações demonstraram que enormes depósitos de vários metros de espessura e cobrindo até 100 mil quilômetros quadrados podem ser depositados no oceano em questão de horas depois de terremotos. Milhares de camadas de sedimento sobre os continentes, outrora considerados como tendo sido depositados através de longos períodos em água raza, agora são vistos como depósitos rápidos de turvações, como se havia de esperar durante o dilúvio bíblico.
  3. Distribuição ampla de sedimentos exóticos. Muitas camadas de sedimento exótico cobrem áreas tão grandes que é difícil crer que foram depositados lentamente sob condições não-catastróficas. Por exemplo: no oeste dos Estados Unidos, o conglomerado de Shinarump, que tem uma espessura de 30 metros, cobre quase 250 mil quilômetros quadrados. A formação Morrison, de 100 metros de espessura, que contém os restos de muitos dinossauros, se estende sobre mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, e o grupo Shinle, que encerra madeira petrificada, cobre 800 mil quilômetros quadrados.
  4. Ausência de erosão nas lacunas das camadas sedimentares. Frequentemente há lacunas na sequência de camadas sedimentares de terra. Podemos identificar essas lacunas comparando-as com outras séries de camadas e fósseis encontrados alhures. Amiúde vastas camadas geológicas, datadas de uma época pela escala geológica padrão, jazem sob outra considerada muito mais recente. Os estratos que representam o longo tempo que se admitiu entre as camadas, faltam em algumas localidades. Contudo, nessas lacunas as camadas inferiores mostram pouca evidência de erosão que certamente teria ocorrido se tivessem existido por muitos milhões de anos. Com efeito, segundo a erosão média corrente, as camadas em questão — e muito mais — teriam sofrido erosão nesse período de tempo. A falta de erosão na maior parte destas lacunas sugere depósito rápido, como havia de se esperar no caso de um dilúvio, quando havia pouco tempo para a erosão.
  5. Sistemas ecológicos incompletos. Em vários estratos que contêm fósseis, tais como o arenito de Coconino, da região do Grand Canyon, e a formação Morrison, do oeste dos Estados Unidos, achamos boa evidência de fósseis de animais, mas pouca ou nenhuma evidência de plantas. Os animais requereriam plantas como alimento. Contudo, poucas plantas foram encontradas no Morrison, que encerra restos de muitos dinossauros, e nenhuma planta foi encontrada no Coconino, com suas centenas de rastros de animais. Como poderiam os animais sobreviver durante milhões de anos sem nutrição adequada?

A seleção operada e a ação rápida que se havia de esperar das águas do Dilúvio parece ser uma explicação mais plausível.

O Solo é uma grande prova.

prova do dilúvioA ciência é falha em explicar muitos fenômenos geológicos e considerados acidentes naturais da Terra. Na sua maioria são explicados tais fenômenos, por meio de suposições, que vão levar a mais suposições e que por fim culminarão como sempre em origens desconhecidas, deixando para as teorias futuras, a obrigação de preencher as lacunas inexplicáveis existentes.

O Grand Canyon é um exemplo disso. Inúmeras explicações foram levantadas propondo explicar a formação de uma paisagem tão incrível e descomunal, impossível de ser formada obedecendo a níveis normais de erosão.

A resposta padrão por mais de um século tem sido que o Rio Colorado e correntes laterais cavaram o Grand Canyon por milhões de anos. Se isso tivesse acontecido, não seria esperado encontrar um gigantesco delta de rio onde o Rio colorado entra no Golfo da Califórnia? Ele não está lá. Nem os geólogos podem achá-lo em qualquer lugar. Para onde toda a sujeira – 1.000 milhas cúbicas – foi?

Se olharmos cuidadosamente próximo ao centro da figura, podemos ver quatro segmentos deste rio. Compare o fino rio com a grande extensão do Canyon. Seria possível essa relativamente pequena quantidade de água desse rio esculpir um Canyon tão grande como esse – uma das sete maravilhas do mundo natural? Se é possível, por que não aconteceu em dúzias de rios mais rápidos e maiores? Como puderam as correntes laterais terem cortado os vários grandes Canyons laterais sem uma fonte grande e fixa de água?

No entanto a intensa e violenta atividade das águas de um Dilúvio global poderiam ter escavado facilmente esta grande paisagem. Não apenas formaria tais resultados, como poderia compor um emaranhado de outras formações geológicas que encontramos em vários locais da Terra e no fundo dos oceanos.

Limo Estratificado

Ao cessarem as chuvas do Dilúvio, uns 90% da cinza que precipitara misturada com a água, escorrera para o mar, permanecendo o restante como limo argilo-arenoso, em parte cobrindo um cinturão aluvial progressivamente mais largo a partir do oeste da França, indo sobre as regiões centrais da Alemanha, ao longo do rios Reno, Danúbio, Elba, Oder, passando pela Checoslováquia, Hungria, Polônia, Rússia meridional, centro e leste da Ásia, se alargando para formar a bacia de Tarim, indo pelo Turquestão até a costa leste da China setentrional. Este tipo de limo argilo-arenoso estratificado oriundo do dilúvio, difere de outro tipo não estratificado com o qual cruza e passa por cima em alguns pontos.

dilúvio tragetoEste limo estratificado foi formado das cinzas vulcânicas misturadas com sedimentos marinhos das águas do mar elevadas em gotinhas pelas erupções submarinas e depois precipitadas em chuva torrencial. O seu teor de cálcio é devido a estes sedimentos marinhos, e o teor de quartzo vem do magma expelido dos vulcões. O outro tipo de limo, rico em óxido de cálcio, e não de carbonato de cálcio, foi formado pela erosão dos terrenos e rochas continentais e levado pelos ventos, e pela água do degelo, até a periferia da camada de gelo em recuo desde inicio do fim da glaciação, ficando uma orla de sedimento não estratificado, denominado varva ou moréia, sinal geológico dos períodos de glaciação.

O limo argilo-arenoso estratificado provavelmente procedente do dilúvio também foi encontrado como uma camada de 2,5 metros de espessura, a 12 metros de profundidade, coberta pelo solo, em escavações arqueológicas feitas em 1928, na Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates e adjacências onde está o país Iraque. Nesta camada de limo coberta pelo solo, não foi encontrada nenhuma peça arqueológica, ou algum fóssil. Não é sedimento de alguma inundação comum na região, pois fazendo os cálculos, o lodo residual de uma enchente que caminha para o mar, representa 5% a 10% do total do lodo. Se todo lodo dessa enchente não tivesse escoado para o mar, a altura da sua camada seria de 25 a 50 metros, e não de 2,5 metros. Calcula-se que nessa torrente havia em media 20 partes de água para 3 partes de cinza e lodo. Esta mistura de cinza e lodo tendo peso especifico de 3 kg por litro, haveria então 1 parte de lodo para 20 de água. Portanto a altura do nível da enchente antes de escoar para o mar, seria de 500 a 1000 metros, 20 vezes esta espessura. Nunca houve qualquer cheia dos rios Tigre e Eufrates que alcançasse este nível. Logo este lodo não é de enchentes locais, mas do dilúvio. Segundo a Bíblia, as águas do dilúvio cobriram todos os montes ultrapassando-os de 7 a 8 metros, indo a arca de Noé pousar sobre a região de Ararate que incluí montanhas de 5.610 metros de altitude. Pelos cálculos, a água para cobrir este monte, deveria ter depositado uma camada de 15 metros de lodo e não 2,5 metros. Isto prova que a inundação nesta região não viera somente da chuva de cinza e lama do dilúvio, mas também pela invasão do mar que elevara o seu nível, diluindo as águas do dilúvio nesta região. Neste lodo diluviano que deveria alcançar mais de 15 metros de espessura encontram-se conchas e mariscos, vestígios de invasão do mar.

Porém na Ásia, o limo argilo-arenoso formado de centenas de metros de estratos, é um vestígio importante de que a enchente possuiu nível mais do que suficiente para cobrir o globo.

Limo Estratificado vestigial, que pode estar acusando um grande alagamento global na antiguidade.

Evidências de um Dilúvio da Coluna Geológica?

A Coluna Geológica é na verdade algo difícil de se explicar em termos não técnicos ou científicos. No entanto tentaremos explicar tal descoberta de forma mais amena ao nosso leitor e avaliar no que este assunto pode ser relevante em comprovar a existência de um Dilúvio global.

Imaginemos um enorme bolo formado por varias camadas diferentes de recheio. As camadas deste bolo se encontram depositadas uma em cima da outra até formarem uma só peça. Estas camadas possuem características próprias. Uma é de chocolate, outra de morango, ou qualquer outro tipo de recheio ao qual queiramos aludir.

Agora imaginemos uma fatia deste bolo sendo cortado, revelando assim todo o seu interior, toda a suas inúmeras mudanças de cor ou texturas referentes a cada parte de seu recheio.

Este estudo da Coluna Geológica da Terra foi sendo construído pacientemente, à medida que os paleontologistas comparavam entre si as sequências de fósseis das colunas geológicas locais.Dilúvio na camada geológica

A coluna geológica constitui-se num dos argumentos mais fortes utilizados em favor da evolução. Acredita-se que formas de vida simples tenham evoluído há cerca de 3,5 bilhões de anos e, de fato, são encontradas evidências dessas formas simples nas camadas inferiores do pré-cambriano (figura 2).

Mais acima, na parte inferior do paleozóico, encontram-se animais marinhos mais complexos, como as esponjas. Ainda mais acima, no paleozóico superior e no mesozóico, encontram-se animais e plantas terrestres mais avançados, como as samambaias arborescentes e os dinossauros. Na parte superior do cenozóico, encontram-se os organismos mais desenvolvidos, como por exemplo, elefantes e plantas com flor. Em geral, organismos mais simples são também encontrados nas camadas superiores, mas organismos mais evoluídos não são encontrados nas camadas inferiores. A aparência de que existe algum “avanço” ao se subir na coluna geológica é considerada como representação da evolução ao longo de éons de tempo, à medida que as camadas foram sendo gradativamente depositadas, aprisionando organismos que se tornaram fossilizados.

A Estratigrafia, ramo da Geologia que estuda a ordem e a posição relativa das rochas sedimentares que ocorrem na crosta terrestre, basicamente iniciou-se com Nicolau Steno, que no século XVII, com seu trabalho “Prodromus”, lançou a noção fundamental da superposição dos estratos rochosos. Desta noção resultou o Princípio da Superposição, até hoje aceito na Estratigrafia como fundamental para a interpretação dos relacionamentos existentes entre as sequências sucessivas das camadas de rochas sedimentares.

Este estudo foi complementado por outros estudiosos, que por meio de experiências puderam desenvolver o conceito de datação das camadas geológicas da Terra através de fósseis e baseando-se em medidas de tempo presente, tendo em mente que as reações observadas no presente podem definir o passado.

Porém apesar de este ser um estudo interessante capaz de provar que as camadas geológicas da Terra foram se depositando umas em cima das outras e fossilizando animais referentes a cada período organizadamente em condições “estáticas”. No entanto, não só dados de campo, como também dados experimentais obtidos em laboratório mediante experimentos cuidadosamente elaborados, apontam para a possibilidade de formação rápida dos estratos rochosos sob condições “dinâmicas” decorrentes de escoamentos de água carregando sedimentos em suspensão.

Ou seja, este mesmo estudo poderia provar claramente o acontecimento de um Dilúvio global, que seria capaz de produzir o mesmo efeito observado em algumas regiões da terra.

O modelo bíblico das origens na Coluna Geológica

O “avanço” da vida observado ao se ascender na coluna geológica tem sido explicado de várias maneiras consistentes com o modelo bíblico de uma criação recente. O dilúvio bíblico universal é crucial para essas explicações, como evento causador da deposição da maior parte das camadas do fanerozóico. As explicações incluem: (1) durante o Dilúvio, os animais de maior porte e mais desenvolvidos puderam fugir para níveis mais elevados. Isso pode explicar algumas sequências de avançamento que constatamos em animais fósseis, mas é muito improvável que possa explicar toda a coluna geológica. Por outro lado, seria de esperar que organismos excepcionais, como as baleias, pudessem escapar. (2) Algumas experiências mostram que as carcaças de formas “mais avançadas”, como mamíferos e pássaros, flutuam durante semanas, enquanto as de animais “menos avançados”, como répteis, flutuam durante período menor, e as de anfíbios mais simples, somente durante dias.

Esses períodos de tempo harmonizam-se com os eventos que ocorreram no Dilúvio, e isso pode ser um significativo fator contribuinte. (3) A explicação mais abrangente é a Teoria do Zoneamento Ecológico, modelo que propõe a disposição dos organismos anteriores ao dilúvio (Figura 3) como responsável pela sua distribuição na coluna geológica. Os organismos que viviam nas regiões de menor altitude do mundo pré-diluviano representam a parte inferior da coluna geológica, e os que viviam nas regiões de maior altitude, o topo da coluna.

dilúvio na coluna geologica provas

O mecanismo sugerido para a Teoria do Zoneamento Ecológico é o rompimento da superfície da Terra e a ascensão gradual das águas do dilúvio, seguidos da destruição dos vários ambientes pré-diluvianos à medida que iam sendo erodidos pelas ondas. As águas provocariam erosão e transportariam sedimentos e organismos, primeiramente das áreas de menor altitude, depositando-os em regiões mais baixas ainda (bacias sedimentares). Gradualmente, então, as áreas cada vez mais elevadas seriam erodidas e depositadas ordenadamente em grandes bacias sedimentares, nas quais se formaria uma coluna geológica local. O processo teria sido suficientemente calmo para que as camadas depositadas não fossem significativamente perturbadas e permanecessem ordenadas como hoje as vemos (figura 1).

Algumas questões.

Embora, em geral, a distribuição dos organismos no mundo hoje concorde com a distribuição geral na coluna geológica (ver abaixo), isso não acontece com relação a importantes detalhes que são considerados como as mais sérias objeções à Teoria do Zoneamento Ecológico. Por exemplo, na coluna geológica completa encontram-se mamíferos e plantas com flores principalmente nas camadas superiores (Figura 2). Isso deveria ter ocorrido nos ambientes terrestres de grande altitude anteriormente ao dilúvio, embora encontremos hoje esses organismos até no nível do mar. Para contornar essas e outras objeções, propõe-se que a distribuição ecológica dos organismos antediluvianos fosse algo diferente da atual. Seria de esperar que um dilúvio universal causasse alterações desse tipo. A distribuição de organismos antes do dilúvio pode ter sido mais restrita e ordenada do que atualmente, e provavelmente existiram mares em diferentes níveis (Figura 3). Observe-se a distribuição similar de organismos nas Figuras 2 e 3.

Surgem também questões sobre por que, até hoje, exemplos convincentes de homens fósseis encontram-se somente próximos ao próprio topo da coluna geológica. As explicações incluem: (1) antes do dilúvio, os seres humanos e os mamíferos habitavam somente regiões mais altas e mais frias. (2) Durante o dilúvio, seres humanos inteligentes fugiram para as regiões mais altas, onde as probabilidades de soterramento e preservação em sedimentos eram bem menores. (3) Poderiam não ter existido tantos seres humanos antes do dilúvio, sendo, portanto bem menor a probabilidade de descobri-los hoje. O registro bíblico indica taxas de crescimento populacional bem menores antes do dilúvio. Noé teve somente três filhos em 600 anos (Gênesis 5-7).

Dilúvio organismos vivos

A Coluna Geológica apoia o modelo bíblico.

diluvio provadoA presença de organismos microscópicos fósseis simples ao longo de todo o pré-cambriano adapta-se mais ao modelo bíblico do que ao arquétipo evolucionista. Esses fósseis proviriam de micróbios de vários tipos que foram recentemente descobertos, bem como de algas que vivem em rochas profundas. Para o modelo evolucionista, esses fósseis microscópicos significam que virtualmente não ocorreu qualquer “evolução” durante três bilhões de anos (figura 4), cerca de 5/6 de todo o tempo evolutivo. O pré-cambriano de maneira alguma aparenta desenvolvimento evolutivo progressivo gradual.

De súbito, imediatamente acima desse nível, naquilo que os evolucionistas denominam de explosão cambriana, aparecem quase todos os tipos básicos (filo) de animais (figuras 2 e 4).

Isso se parece mais com criação do que com um processo evolutivo gradual. A evolução precisa de muito tempo para acomodar todos os eventos virtualmente impossíveis, necessários para a produção de formas vivas complexas, porém, a coluna geológica não permite tanto tempo. Os evolucionistas falam em somente 5 a 20 milhões de anos para a explosão cambriana! Isto é, menos de 1% de todo o tempo evolutivo. Samuel Bowring, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, cuja especialidade é datação de rochas, faz o seguinte comentário: “E o que eu gosto de perguntar a alguns dos meus amigos biólogos é: Quão rapidamente a evolução pode acontecer, antes que eles se sintam desconfortáveis?” A seta preta à esquerda na Figura 1 indica a localização da explosão cambriana no Grand Canyon. A explosão cambriana harmoniza-se muito bem com a Teoria do Zoneamento Ecológico. Ela representa os mares mais baixos (Figura 3) anteriores ao dilúvio, que abrigavam grande variedade de animais marinhos, exatamente como se encontram nos mares atuais.

Ascendendo na escala geológica, encontramos tipos de organismos marinhos (oceânicos) até meados do paleozóico. Nesse ponto, começa a aparecer uma grande variedade de organismos terrestres (Figuras 2 e 3), incluindo fungos, liquens, juncos (cavalinhas), samambaias, insetos, milípedes, aranhas e anfíbios. 11 A evolução tem de responder por que tantas espécies diferentes de organismos terrestres evoluíram praticamente ao mesmo tempo. Para a Teoria do Zoneamento Ecológico, isso representaria, como esperado, as regiões terrestres mais baixas e secas existentes anteriormente ao Dilúvio.

Bem acima, na coluna, descobre-se, de acordo com o cenário evolucionista, que a maior parte das ordens de mamíferos surgiu num intervalo de apenas 12 milhões de anos, e as ordens vivas de aves entre 5 e 10 milhões de anos. Alguns evolucionistas caracterizam essas rápidas taxas como sendo “claramente absurdas”.12 Pensa-se que as espécies fósseis duram vários milhões de anos, e os evolucionistas acreditam que seja necessário um grande número de gerações de cada espécie para que ocorram

Outro problema sério para a evolução revelado pela coluna geológica, é a ausência de fósseis intermediários — especialmente entre os grandes grupos de plantas e animais. E é especificamente aí que seria de esperar o maior número deles. Alguns poucos têm sido descritos, mas onde deveriam existir centenas de milhares, como por exemplo, logo abaixo da explosão cambriana, não há virtualmente nenhum. Pouca evidência existe em favor de qualquer desenvolvimento evolutivo.

Outras questões também apoiam o Dilúvio na Coluna Geológica.

Ecossistemas Incompletos. Em várias camadas contendo fósseis podem-se encontrar boas evidências fósseis de animais, mas pouca ou nenhuma evidência de plantas. Como poderiam os animais sobreviver sem nutrição adequada durante os milhões de anos postulados? A separação feita pelas águas do dilúvio bíblico pode explicar a incongruência.

Erosão Rápida dos Continentes. A taxa atual de erosão de nossos continentes é tão rápida que nós esperaríamos que eles fossem erodidos até o nível do mar em mais ou menos 10 milhões de anos. Mesmo após as correções feitas pelas práticas agrícolas do homem, a taxa é tão rápida que nossos continentes poderiam ter sido erodidos até ao nível do mar mais de 100 vezes (se eles pudessem ser renovados), em sua idade geológica postulada.

Também podemos observar formações de rochas sedimentares impossíveis de serem formadas por um sistema de evolução. Rochas sedimentares são muito frágeis e não suportariam mínima pressão. No entanto no Grand Canyon encontramos sistemas rochosos totalmente dobrados por mais de 30 metros, camadas espessas dobradas totalmente sem fraturas ou rupturas. Isso só seria possível se tivessem sido dobradas quando ainda estavam moles. Condições perfeitamente obtidas se expostas a um dilúvio, com todos os atributos necessários para tal.

cedimentos diluvianosMuitos evolucionistas sentem que a vaga progressão das formas de vida, à medida que se sobe na coluna geológica, constitui uma evidência indiscutível a favor do seu modelo. Entretanto, uma observação mais acurada revela, ao contrário, problemas graves, especialmente taxas de evolução erráticas, tempo insuficiente e ausência de fósseis intermediários. No contexto bíblico seria também de esperar alguma progressão geral das formas vivas, pois o dilúvio de Gênesis contribuiu para a formação da coluna geológica. Um dilúvio universal na nossa Terra hoje também produziria uma coluna geológica com um aumento geral de complexidade de baixo para cima. No nível mais inferior estariam os microrganismos simples que vivem nas rochas profundas, em seguida viriam os organismos marinhos e acima estariam os organismos terrestres continentais “avançados”. Além disso, se as paisagens da Terra antes do Dilúvio fossem como as desenhadas na Figura 3 e soterradas gradualmente e em ordem pelo dilúvio, isso produziria a coluna geológica como a vemos hoje. Evidências como a vida microscópica simples nas rochas profundas, a explosão cambriana e o mesmo nível de surgimento de grande número de organismos terrestres, apoiam fortemente a Teoria do Zoneamento Ecológico e a explicação do dilúvio bíblico para a coluna geológica.

Evidências de um Dilúvio nas Camadas Sedimentares

Camadas sedimentares são camadas que segundo os evolucionistas foram formadas em um espaço de tempo de milhões de anos. Quando um fóssil é encontrado é descoberto é datado dependendo da camada sedimentar em que se encontra. E quando a “datação” do fóssil dá uma idade diferente da camada onde foi encontrado, é a idade da última que é tida em conta.

O interessante é que, em muitos lugares fósseis de árvores aparecem em varias camadas sedimentares ao mesmo tempo, rasgando eras de milhões de anos… diferentes camadas sedimentares que, supostamente, ter-se-ão formado lentamente durante milhões de anos. São chamados de fósseis poliestráticos. Por exemplo, em Joggins, na Nova Escócia, muitas árvores encontram-se extremamente bem fossilizadas penetrando diferentes camadas.

A pergunta para a evolução é: Como estas arvores foram parar aí? Como poderiam estas arvores terem esperado milhões de anos para serem fossilizadas? Como atravessariam eras e eras, sem apodrecerem até que fossem fossilizadas?

fósseis poliestráticos

mais provas do diluvio biblico

Podemos encontrar fósseis como estes em vários lugares, não são apenas acontecimentos isolados, é observado tais desordens em camadas sedimentares em vários outros lugares do mundo.

O geólogo John Morris aponta algumas características que conotam uma rápida sedimentação:

1) algumas árvores sobrepõem-se a outras que, por sua vez, encontram-se em camadas sedimentares onde as primeiras não estão presentes.

2) as folhas das florestas ou dos pântanos normalmente são encontradas demonstrando algum estado de decomposição. Contudo, as que se encontram neste local estão bem preservadas;

3) algumas árvores encontram-se de cabeça para baixo;

4) a maioria delas não tem a raiz, indicando que terão sido arrancadas abruptamente; etc…

arvores evidenciam diluvio

Fósseis que cruzam duas ou mais camadas sedimentares. Considere quão rapidamente este tronco de árvore na Alemanha deve ter sido soterrado. Se fosse lento, seu topo teria se decomposto. Obviamente, a árvore não poderia ter crescido através do estrato sem luz do sol e ar. A única alternativa é o soterramento rápido. Algumas árvores poliestrato estão de cabeça pra baixo, o que poderia ocorrer num grande dilúvio. Logo após o Monte Santa Helena (Mount St. Helens) ter entrado em erupção em 1980, os cientistas viram árvores sendo enterradas de uma maneira similar nos sedimentos no fundo do lago de Spirit Lake. Troncos de árvores poliestrato são encontrados em todo o mundo.

É importante também mencionar que não são somente arvores fossilizadas que são encontradas atravessando eras evolutivas. Os esqueletos delicados e articulados de Mesossauros podem ser achados em rocha calcária, no Estado de São Paulo, evidenciando o Dilúvio. De acordo com o uniformismo, as camadas sedimentares foram sendo depositadas gradativamente, porém, o diâmetro dos ossos desses dinos atravessam várias camadas, mostrando assim que o uniformismo está errado, nesse caso, pois os fósseis mostram que o corpo permanecia inteiro, sem degradação ou desarticulação, o que seria de se esperar nesse modelo (uniformista). A evidência claramente aponta para um catastrofismo.

Por mais que se queira negar tais evidencias não poderiam ser possíveis sem um efeito cataclísmico. Em uma sedimentação comum, não poderíamos ver tais anomalias. Mas um Dilúvio poderoso e de intenso nível e violência, causaria tais sinais facilmente. Não é estranho que encontramos na Terra tantos sinais que apontam para um Dilúvio?

Evidência de um Dilúvio no Registro Fóssil

Muitas pessoas acreditam que o registro fóssil é uma das maiores provas da evolução, que restos de animais fossilizados podem de alguma forma provar uma ação evolutiva dos seres por milhares e milhares de anos. Porém o que podemos afirmar é que isso não é verdade.

A existência de fósseis é um grande problema para os darwinistas e as teorias evolutivas das espécies.

Uma das principais dificuldades para se utilizar os fosseis, para provar uma possível evolução das espécies em milhares de anos, encontra-se no fato de simplesmente não existirem espécies transicionais. Ou seja, podemos encontrar muitos fosseis de animais distintos, varias espécies e categorias, mamíferos, répteis, pássaros, peixes e mais… Não encontramos porem nenhum animal em estado fóssil, que pareça estar se transformando ou evoluindo para outra forma. Simplesmente não existem evidencias de uma evolução das espécies em longo prazo conforme afirmam os teóricos da evolução.

Alguns poucos fósseis até foram apresentados como sendo espécimes transicionais, mas, no entanto poderiam ser perfeitamente algum animal com características diferentes. Alem disso as evidencias são mínimas pois tais fósseis não passam de uns três a quatro tipos, enquanto são encontrados milhares de fósseis de animais. Logo as espécies transicionais deveriam ser achadas aos milhares no registro fóssil, mas isso não ocorre.

O darwinismo é baseado em processos longos e graduais que requerem milhões de anos para se completar. Fósseis apresentam todos os sinais de catástrofe e mudança rápida de condições. A existência de fósseis pode ser explicada de forma muito mais simples e elegante pelo dilúvio universal descrito na bíblia, no livro de gênesis. As condições para a formação de fósseis eram prevalentes durante o dilúvio, mas extremamente raras hoje em dia.

Se analisarmos bem a questão dos fósseis, vamos perceber que eles se constituem como uma prova esmagadora a favor de um Dilúvio global e não a uma evolução como se é ensinado pelos evolucionistas. Vejamos algumas provas disso:

1) Soterramento rápido e muita água – Os paleontólogos que estudam os fósseis são unânimes em destacar que os fósseis precisam de soterramento rápido e grande massa de água, para serem preservados como fósseis. Apesar disso, muitos cientistas ignoram o dilúvio.

2) Grande impacto e violência ao serem fossilizados – Os arqueólogos vêm encontrando, igualmente, cemitérios fósseis nas mais diversas regiões do mundo, indicando a ocorrência de uma repentina catástrofe geológica. A aparência desses animais petrificados é de que eles foram, de fato, sepultados de forma violenta e súbita por uma indescritível inundação.

Acerca do assunto, escreve o arqueólogo F. C. Hibben: “Há evidências de perturbações atmosféricas, de violência sem igual. Tanto mamutes como bisões foram dilacerados e torcidos como que por mãos cósmicas em fúria divina. Os animais foram simplesmente dilacerados e espalhados através da paisagem como se fossem palha e barbantes embora alguns deles pesassem várias toneladas”.

Por conseguinte, os sítios arqueológicos não evidenciam a existência de um parque de dinossauros; evidenciam a ocorrência de um dilúvio que, inesperadamente, acabou com a vida no planeta, com exceção de Noé e da sua família e dos animais que se achavam com ele na arca.

3) Fósseis não parecem ter morrido de formas naturais – O significado dos fósseis de moluscos e peixes encontrados nas rochas em diversas partes do mundo parece um mistério. O pesquisador Immanuel Velikovsky (1895-1979) fez a seguinte observação: “Quando um peixe morre, o corpo flutua na superfície ou afunda. É rapidamente devorado, no máximo, numa questão de horas, por outros peixes.” Contudo, os fósseis de peixes encontrados em rochas estão muito bem preservados, inclusive com todos os ossos intactos. Cardumes inteiros de peixes em extensas áreas, atingindo bilhões de espécimes, são encontrados num estado de agonia, com a boca aberta em sinal de sufocação, mas sem qualquer marca de ataques de animais.

peixes provas do diluvio

Na imagem de cima, este peixe foi enterrado bem no momento em que engolia um peixe. Pensem em quão rapidamente ele teria que ser enterrado para este momento ser preservado.

fóssil diluvio

Esta imagem não é tão clara, mas nele se vê um ichthyosaur, réptil marinho a dar à luz. Quanto tempo é que demora para um réptil marinho dar à luz? Não sei, mas acho que varia. De uma coisa podemos estar certos: não demora milhões de anos!

diluvio biblico provado por peixes

Peixe dentro de peixe maior. No ventre do peixe de 14 polegadas acima está um peixe menor, presumivelmente o café da manhã do outro peixe. Pelo fato de a digestão ser rápida, a fossilização deve ter sido ainda mais rápida.

diluvio e os fosseis

Peixe em peixe curvado. O traseira curvada mostra que este peixe morreu sob pressão.

diluvio de noé provado

Asa de libélula. Esta delicada asa de 1 1/2 pés (+-45 cm) deve ter sido enterrada rapidamente uniformemente para preservar seus detalhes. (Imagine o tamanho da libélula inteira!)

4) Fósseis fora do lugar – Existem muitos fósseis encontrados ao redor do mundo, fossilizados em uma ordem totalmente diferente da proposta pelas teorias evolucionistas. Por exemplo, no Uzbequistão, 86 pegadas consecutivas de cavalos foram encontradas em rochas datadas como anteriores aos dinossauros. Pegadas de alguns outros animais estão ao lado de 1000 pegadas de dinossauros em Virgínia. Uma das mais importantes autoridades no Grand Canyon publicou fotografias de pegadas de animais parecidos com o cavalo, visíveis em rochas que, de acordo com a teoria da evolução, são pelo menos uns 100 milhões de anos anteriores aos animais de casco. Pegadas de dinossauros e outras “parecidas” com as de humanos foram encontradas juntas no Turkmenistão e no Arizona. Algumas vezes, animais terrestres, animais voadores e animais marinhos estão fossilizados lado-a-lado na mesma rocha. Dinossauros, baleias, elefantes, cavalos e outros fósseis, somados a ferramentas humanas rudimentares, têm sido relatadamente encontrados em leitos de fosfato (phosphate beds) na Carolina do Sul. Leitos de carvão (Coal beds) contém tabletes negros e arrendondados chamado bolas de carvão (coal balls), alguns dos quais contêm plantas floridas que alega-se terem evoluído 100 milhões de anos depois que o leito de carvão foi formado. No Grand Canyon, na Venezuela, em Kashmir e na Guiana, esporos de samambaia e pólen de plantas floridas são encontrados em rochas Cambrianas – rochas supostamente depositadas antes que as plantas floridas se desenvolvessem. Também tem sido encontrado pólen em rochas pré-cambrianas – Rochas depositadas antes que a vida tivesse supostamente se desenvolvido.

Árvores petrificadas na floresta petrificada do Arizona contêm ninhos fossilizados de abelhas e casulos de vespas. As florestas petrificadas tem supostamente 220 milhões de anos de idade, enquanto as abelhas (e as plantas floridas das quais as abelhas necessitam) supostamente se desenvolveram quase 100 milhões de anos mais tarde(l). Insetos polinizadores (pollinating insects) e mosquitos fósseis (fossil flies), com tubos longos e bem-desenvolvidos para sugar néctar de flores, são datados 25 milhões de anos antes que as flores supostamente se desenvolveram(m). A maioria dos evolucionistas e livros de texto ignoram sistematicamente descobertas que conflitem com a escala de tempo evolucionária.

5) Fósseis no Âmbar. Os mais bem preservados fósseis estão guardados em âmbar, protegidos do ar e da água e enterrados no chão. Âmbar, uma resina dourada (similar a seiva ou resina) usualmente de árvores coníferas como os pinheiros, devem também conter outros preservativos. Nenhuma forma transicional de vida foi encontrada no âmbar, apesar das idades baseadas na evolução de 1.5 a 300 milhões de anos. Comportamentos animais, iguais aos de hoje, são vistos em cada detalhe tridimensional. Por exemplo, formigas no âmbar mostram os mesmos padrões sociais e de trabalho como as formigas de hoje.

dilúvio e as provas

Experts suficientemente audaciosos para explicar como esses fósseis se formaram dizem que a força do vento de furacões deve ter quebrado as árvores nos seus troncos, fazendo que enormes quantidades de resina fosse derramada e tenha agido como um papel pega-moscas. Restos e pequenos organismos foram soprados para a resina colante que foi mais tarde coberta por mais e mais resina e finalmente coberta. Afirmação deveras fantasiosa para ser aceita. Tais evidências seriam perfeitamente explicadas pela ação de um Dilúvio.

Num laboratório de sala-limpa, 30 a 40 espécies de bactérias em hibernação, mas vivas foram removidas dos intestinos de abelhas que estavam dentro de âmbar proveniente da República Dominicana. Quando cultivadas, as bactérias se multiplicaram! [Ver “DNA velho, Bactéria e proteínas na página 33]. Alega-se que esse âmbar tenha de 25 a 40 milhões de anos, mas é mais provável que ele tenha se formado no tempo do dilúvio, há apenas milhares de anos atrás. O que é mais provável? Que a bactéria possa se manter viva por milhares de anos ou por muitos milhões de anos? Taxas metabólicas, mesmo em bactérias em hibernação, não são zero.

Recentemente (O Estado de S. Paulo, 26-4-97), uma equipe internacional de paleontólogos encontrou, na região nordeste da China, um dos maiores depósitos fossilíferos, com dinossauros, cujos órgãos internos estão preservados, incluindo parte de um mamífero ingerido pouco antes, bem como um oviduto, contendo um ovo. Também foram encontrados 200 pássaros fósseis (Confucius ornis) e inúmeras espécies de mamíferos, insetos e plantas. Os cientistas supõem uma “breve e letal catástrofe”. Talvez uma gigantesca erupção vulcânica “tenha matado e soterrado tudo o que havia”

6) Há DNA em fósseis – O ácido desoxirribonucléico (DNA) faz parte do material genético de cada ser vivo, e é extremamente volátil. Por isso, a possibilidade de obter o DNA de um fóssil é extremamente difícil. Como a evolução imagina que os fósseis têm milhares e até milhões de anos, a possibilidade de encontrar DNA em fósseis é nula.

A possibilidade de se encontrar DNA em um fóssil só é possível se este for muitíssimo recente. Mostramos à baixo um esquema de datação precisa de DNA. Como observamos, vamos reduzindo à metade do DNA, a cada 562 anos. Podemos notar que com o passar dos anos já não vai ser mais possível observar nenhum indicio do DNA.

ANOS
% DNA
ANOS
% DNA
562 50% 2.810 3,12%
1.224 25% 3.372 1,56%
1.686 12,5% 3.934 0,78%

 Em agosto de 1994, foram recuperadas quantidades razoáveis de DNA de quatro mamutes siberianos. Portanto, eles viveram mais recentemente do que se imaginava. Na China, foi extraído DNA de ossos de dinossauros que teriam 70 milhões de anos. Os cientistas serão obrigados a reduzir a idade do fóssil. Foi recuperado também o DNA de magnólia fóssil, que teria de 17 a 20 milhões de anos. A descoberta reduziu a idade para perto de 10 mil anos, ou muito menos. O mesmo ocorreu com a descoberta de material genético de graptólitos, pequenos organismos coloniais marinhos, que teriam 400 milhões de anos, e deverão ter sua idade reduzida. Outra incrível recuperação de material genético fóssil foi conseguida por biólogos da Califórnia, de um cupim fóssil que teria 125 milhões de anos. Em junho de 1997, foram recuperados elementos de sangue de Tiranossauro Rex, enterrados em condições que impediram seus ovos de serem convertidos em minerais (fossilização). Isto significa que os dinossauros são recentes, e não têm milhões de anos.

7) Existem tecidos moles e matéria orgânica conservada em alguns fósseis – Uma das razões que também nos levam a afirmar que os fósseis provavelmente não teriam a idade proposta pelos evolucionistas, está no fato de nos últimos tempos estarem sendo encontrados fósseis bem conservados, que não poderiam ser assim se tivessem sido submetidos a um grande período de sedimentação.

 dinossauro conservado

Recentemente cientistas americanos acabam de surpreender o mundo: eles encontraram não só vasos sanguíneos, mas também outras estruturas orgânicas em um dinossauro, e que ainda mantêm pelo menos parte de sua elasticidade! O material em questão pertence ao Tyrannosaurus rex e consiste em alguns ossos isolados, procedentes da Formação Hell Creek, em Montana (Estados Unidos). A idade das camadas rochosas onde esse exemplar foi encontrado é de aproximadamente 65-66 milhões de anos. A julgar pelo fêmur (osso da perna), o indivíduo em questão tinha pouco mais de 10 metros de comprimento, não sendo, portanto, um dos maiores da espécie, que podiam passar dos 14 metros.

Os cientistas descobriram diversas estruturas orgânicas, entre as quais alguns vasos sanguíneos, que mantêm uma elasticidade, são ocos e possuem em seu interior estruturas que se assemelham a células. O trabalho não define a natureza das mesmas, mas traz uma comparação com material de avestruz, cujo conteúdo é formado por células sanguíneas vermelhas. A pesquisa recebeu destaque na edição de 24 de março da revista Science, uma das principais publicações científicas da atualidade.

Esta porem não foi a única evidencia deste tipo encontrada. Há um outro caso evidenciado e publicado em varias fontes de informação cientifica em todo o mundo, onde restos de tecido mole com vasos sanguíneos e fibras musculares se encontram excepcionalmente bem preservados de forma tridimensional em um esqueleto de dinossauro. Esta outra descoberta ocorreu na Chapada do Araripe em Santana do Cariri, interior do nordeste brasileiro.

sangue de dinossauro

O tecido mole desse exemplar ‐ que posteriormente foi chamado de Santanaraptor placidus ‐ foi preservado por substituição, onde a matéria orgânica original deu lugar a minerais (no caso, fosfatos). No T. rex de Montana, ao contrário, não houve aparentemente nenhuma substituição: a matéria orgânica original (ou pelo menos parte dela) está preservada, o que é confirmado pela sua elasticidade.

Uma evidência semelhante também é encontrada na Sibéria, onde ultimamente tem-se achado um grande número de animais congelados, entre eles: mamutes, tigres gigantes e outros animais deste porte. Feita uma autópsia em suas bocas e estômagos, foram encontrados flores e relvas que estavam sendo ingeridas no momento em que foram apanhadas, e congeladas quase que instantaneamente a uma temperatura altíssima, acima de –115 C º, pois suas células ainda estavam vivas quando foram achados; isto só é possível em um espaço curto de tempo entre a vida e o congelamento. Outra observação interessante é que, no seu corpo não se achou nenhuma escoriação, nem ossos quebrados, que significa que não foram atirados por vendavais ou furacões.

restos de mamuteO tipo de relva encontrado em seus estômagos, não é natural daquela região, o que nos leva a crer que foram levados através das águas até o local em que foram encontrados, congelados.

Uma outra descoberta semelhante a estas e mais atual é a do bebê Mamut encontrado recentemente na Sibéria. é o melhor conservado até hoje. Os especialistas já analisaram toda a estrutura interna do animal e dizem que no futuro vai ser possível construir mapas genéticos de animais extintos. O bebê mamute Lyuba era uma fêmea e é o animal pré-histórico mais bem preservado já descoberto até hoje. Ela foi submetida a uma tomografia computadorizada no Japão, o que permitiu que os cientistas construíssem imagens tridimensionais dos órgãos internos do animal.

mamute encontradoOs evolucionistas apresentam varias respostas para esta questão, tentando defender a ideia de que estas descobertas podem ser datadas de milhares e milhões de anos. Porem não é lógico que esta seja a resposta correta para esta questão. Como tais animais poderiam ser tão bem conservados durante este enorme período de tempo?

A resposta mais simples e lógica seria um Dilúvio a apenas milhares de anos, que criaria condições perfeitas para tais evidências ainda serem observadas em tamanho estado de conservação. A ideia de milhões e milhões de anos seria um absurdo, mas a ciência prefere alimentar um grande preconceito as afirmações bíblicas e procurar respostas improváveis e impossíveis para transformar uma mentira m verdade científica.

8) Animais e criaturas comuns fossilizados – Podemos encontrar além dos fósseis convencionais de criaturas extintas, também animais e criaturas comuns vistos hoje na natureza. Logo estes animais só poderiam ser de origem recente, uma vez que não são catalogados como espécimes de milhões de anos atrás, a menos que os teóricos da evolução revejam seus conceitos, o que causaria uma grande desordem e nova gama de questões e perguntas envolvendo toda a estrutura desta teoria.

O fato de serem encontrados animais comuns em estado fóssil é uma resposta para muitos que se perguntavam se um Dilúvio realmente teria ocorrido, pois deveriam ser achados fósseis de tais animais se ele realmente ocorreu.

fosseis atuais

O fóssil completo de um leão encontrado em bom estado de conservação. Ao seu lado uma Baleia preservada quase que inteiramente

fossil de abelha comum

Fóssil de uma abelha comum.]

Notas e Referências

  1. L. Jepsen, “Riddles of the Terrible Lizards”, American Scientist 52 (1964):227-246.
  2. Hallam, Great Geological Controversies, 2a. ed. (Oxford: Oxford University Press, 1989), pp. 185-215; E. Dobb, “What Wiped Out the Dinosaurs?” Discover 23 (2002) 6:35-43.

   Para outras considerações sobre cautela, ver R. A. Kerr, “Reversals Reveal Pitfalls in Spotting Ancient and E. T. Life”, Science 296 (2002): 1384-1385; A. A. Roth, “False Fossils”. Origins 23 (1996):110-124

   Alguns pontos de vista como criação progressiva e evolução teísta, são intermediários entre criação e evolução. Para uma avaliação, ver Roth, Origens – Relacionando a Bíblia com a Ciência. Casa Publicadora Brasileira, 2002, pp. 328-342.

   Para alguns detalhes, ver idem, p. 162.

  1. W. Clark, The New Diluvialism (Angwin, Calif.: Science Publications, 1946), pp. 37-93: Roth, Origens – Relacionando a Bíblia com a Ciência, pp. 155-170.

   A presença de algas em rochas profundas é inesperada. Para uma discussão mais aprofundada, ver Roth, “Life in Deep Rocks and the Deep Fossil Record”. Origins 19 (1992):93-104; J. L. Sinclair e W. C. Ghlorse. “Distribution of Aerobic Bacteria. Protozoa, Algae, and Fungi in Deep Subsurface Sediments”. Geomicrobiology Journal 7 (1989):15-31.

  1. W. Valentine, “Why no New Phyla after the Cambrian? Genome and Ecospace Hypotheses Revisited”. Palaios 10 (1995):190-194; R. D. K. Thomas. R. M. Shearman e G. W. Stewart. “Evolutionary Exploitation of Design Option by the Firs Animals With Hard Skeletons”, Science 288 (2000):1239-1242.
  2. A. Bowring, J. P. Grotzinger, C. E. Isachsen, A. H. Knoll, S. M. Plechaty e P. Kolosov, “Calibrating Rates of Early Cambrian Evolution”, Science 261 (1993):1293-1298; C. Zimer. “Fossils Give Glimpse of Old Mother Lamprey”, Science 286 (1999):1064-1065.

   Citado por M. Nash, “When Life Exploded”. Time 146 (1995)23:66-74.

   Para uma ilustração mais completa ver Roth, Origens – Relacionando a Bíblia com a Ciência. Figura 10.1, p. 158.

  1. M. Stanley, The New Evolutionary Timetable: Fossils, Genes and the Origin of Species. (New York: Basic Books, 1981), p. 93.